Vi uma macumbinha perto de casa esse fim de semana.
Aí, pensei com meus botões:
“Não existem mais tantas macumbas como antigamente”.
Engraçado, né? Onde será que elas foram parar?
Será que preto-véio é um emprego que saiu de moda?
Ou será que os exus tomaram tanta cachaça que acabaram morrendo de cirrose?
Pode ser…
Lembro que quando eu era pequeno, a gente vivia numa espécie de Anos Dourado da Macumba.
Onde quer que você fosse acabava esbarrando com uma tiazinha benzedeira, uma “Pomba-Gira” ou um terreiro onde eles viravam a noite batendo tambor e dançando. Era tipo uma Rave da Macumba. Mas em vez Ecstasi, o barato ali era galinha preta e farofa.
Aliás, o fator gastronônimo também deve ter contribuido bastante para o fim das macumbas.
Gente, onde já se viu, não tem santo que aguente o mesmo cardápio
a semana inteira, né?
Segunda: Farofa com galinha preta e pinga.
Terça: farofa com galinha preta e pinga.
E na sexta, que é o dia que mais bomba, onde tudo que é santo desce pra pegar no batente, o que eles encontram na encruzilhada? Exatamente: farofa com galinha preta e pinga.
Ninguém merece, vai.
E não venha me dizer que isso é coisa de macumbeiro pobre, não.
Nada a ver. Rico também faz despacho e eu nunca vi macumba com caviar, trufas e uísque importado.
Taí, acabei de ter uma idéia: vou lançar A Macumba-Chic.
Já pensou se a moda pega.
Logo logo, a gente encontra a Paris Hilton fazendo um ebózinho básico numa encruzilhada de Beverly Hills.
Com um Kit Saravá-Chanel, óbvio.
Então, se daqui pra frente você encontrar uma lagosta cercada de vela preta, CHUTA QUE É MACUMBA!!
Mas chuta de saltinho agulha que a coisa é fina.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
JAZZ & ÁCAROS
Fui num sebo e encontrei um livro muito bacana sobre a História do Jazz. Como sou meio pão duro, avaliei o preço e só levei porque estava muuuuuuito barato. O problema é que o diabo do livro tava coberto de mofo. Era a Academia Brasileira de Ácaros. Aí, pra virar as páginas já sabe, né… dedo na língua…dedo na página…dedo na língua… dedo na página. 30 páginas depois, minha boca tava mais inchada que a do Mick Jagger (e bem menos sexy, óbvio). Ninguém mandou pechinchar e comprar livro num sebo. Moral da história: o barato sai…Ácaro.
terça-feira, 27 de novembro de 2007
PIXAIM
Eu tenho cabelo ruim...pronto, falei.
E digo mais.
Acho que além de ruim, meu cabelo é um mutante.
Sério mesmo, ele tem vida própria. É tipo um personagem do X-Men.
Eu sou apenas um meio de transporte pra ele.
E enquanto desfilo pra cima e pra baixo com esse mutante grudado na cabeça, ele vai assumindo as mais diversas formas.
Quando acordo: Forma de Cabelo do Bozo!!
Quando tomo banho: Foma de Pelo de Lhama!!
Quando corto: Forma de carpete!!
Quando bate um vento: bom, quando bate um vento não acontece absolutamente nada. Até parece que vento bagunça cabelo duro.
E olha que eu já tentei de tudo pra dar um trato carapinha.
É gel que resolve? Tome gel!!!
É cera? Tome cera!!
É musse? Tome musse!!
É bosta de camelo com jojoba? Tooooooomeeee bosta na cabeça!!
E na hora de comprar shampoo, então.
Shampoo pra quem tem cabelo ruim não vem com informação no rótulo, vem com ofensa. É mais ou menos assim: “shampoo para cabelos rebeldes, danificados, fracos, duros, lascados, fudidos e mal pagos”.
Olha, eu tenho tanta vergonha, mas tanta vergonha que acabo levando um pra “todo tipo de cabelo”. Não resolve nada, mas pelo menos não humilha, né?
Isso sem falar dos apelidos: Bom-Bril, Ninho de Mafagafo, Tufo do Mufurufo, até de Marge Simpson minha mulher já me chamou.
Caraca, precisa dessa ignorância toda?
Isso aqui na minha cabeça é só um cabelo ruim, não é doença não, gente. Pode passar a mão que não pega. No máximo vai dar uma enroscadinha, mas não é contagioso, não. Eu heim...
Resumindo, o Portador de Pixaim sofre tanto preconceito que eu já to achando que é vantagem rapar a cabeça. Ou por acaso, alguma vez você já ouviu alguém cantando por aí “é dos crespinhos que elas gostam mais.”
E digo mais.
Acho que além de ruim, meu cabelo é um mutante.
Sério mesmo, ele tem vida própria. É tipo um personagem do X-Men.
Eu sou apenas um meio de transporte pra ele.
E enquanto desfilo pra cima e pra baixo com esse mutante grudado na cabeça, ele vai assumindo as mais diversas formas.
Quando acordo: Forma de Cabelo do Bozo!!
Quando tomo banho: Foma de Pelo de Lhama!!
Quando corto: Forma de carpete!!
Quando bate um vento: bom, quando bate um vento não acontece absolutamente nada. Até parece que vento bagunça cabelo duro.
E olha que eu já tentei de tudo pra dar um trato carapinha.
É gel que resolve? Tome gel!!!
É cera? Tome cera!!
É musse? Tome musse!!
É bosta de camelo com jojoba? Tooooooomeeee bosta na cabeça!!
E na hora de comprar shampoo, então.
Shampoo pra quem tem cabelo ruim não vem com informação no rótulo, vem com ofensa. É mais ou menos assim: “shampoo para cabelos rebeldes, danificados, fracos, duros, lascados, fudidos e mal pagos”.
Olha, eu tenho tanta vergonha, mas tanta vergonha que acabo levando um pra “todo tipo de cabelo”. Não resolve nada, mas pelo menos não humilha, né?
Isso sem falar dos apelidos: Bom-Bril, Ninho de Mafagafo, Tufo do Mufurufo, até de Marge Simpson minha mulher já me chamou.
Caraca, precisa dessa ignorância toda?
Isso aqui na minha cabeça é só um cabelo ruim, não é doença não, gente. Pode passar a mão que não pega. No máximo vai dar uma enroscadinha, mas não é contagioso, não. Eu heim...
Resumindo, o Portador de Pixaim sofre tanto preconceito que eu já to achando que é vantagem rapar a cabeça. Ou por acaso, alguma vez você já ouviu alguém cantando por aí “é dos crespinhos que elas gostam mais.”
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
MAICOW NITE
http://www.youtube.com/watch?v=gKPRJf1SXBA
Dica do meu amigo Robertinho.
Agora com letra traduzida pelo genial GUSTAVO BORGHETTI
ôrubitchu djiru djiru güêi
ailowmei tchondjí meiroumí tchaundjê
amí güantin
citô tubrido maicow nai (nai)
ô ná (á) ôn gué (é)
ôrubitchu djiru djiru güêi
ailowmei tchondjí meiroumí kaundjên
amí güantin
citô kundido maicow nai (nai nai)
tôn tôn ton ton ton ton ton ton tôn
tôn tôn tôn tôn tôn ton ton ton ton
ô ná (á) ôn gué (é)
tchundido maicow lai lai lai lai lai
tôn tôn ton ton ton ton ton ton tôn
tôn tôn ôrubitchu djiru djiru güêi
ailowmei kwonví meiroumí kaundjên
amí güantin
titô kundido maicow nai (nai nai nai)
ôn tôn ton ton ton ton ton ton tôn
tôn tôn tôn tôn tôn ton ton ton ton
Dica do meu amigo Robertinho.
Agora com letra traduzida pelo genial GUSTAVO BORGHETTI
ôrubitchu djiru djiru güêi
ailowmei tchondjí meiroumí tchaundjê
amí güantin
citô tubrido maicow nai (nai)
ô ná (á) ôn gué (é)
ôrubitchu djiru djiru güêi
ailowmei tchondjí meiroumí kaundjên
amí güantin
citô kundido maicow nai (nai nai)
tôn tôn ton ton ton ton ton ton tôn
tôn tôn tôn tôn tôn ton ton ton ton
ô ná (á) ôn gué (é)
tchundido maicow lai lai lai lai lai
tôn tôn ton ton ton ton ton ton tôn
tôn tôn ôrubitchu djiru djiru güêi
ailowmei kwonví meiroumí kaundjên
amí güantin
titô kundido maicow nai (nai nai nai)
ôn tôn ton ton ton ton ton ton tôn
tôn tôn tôn tôn tôn ton ton ton ton
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
CAPITÃO NASCIMENTO
Todo mundo escreveu um texto sobre o filme Tropa de Elite.
Sendo assim, eu também quero escrever o meu.
E lanço aqui uma enquete nacional.
Em quem você colocaria o famoso “Saco Plástico na cabeça”,
se fosse o Capitão Nascimento por um dia?
Tem que escolher no máximo 5 vítimas.
Lá vão as minhas escolhas:
1) Colocaria o saco plástico na cabeça de todo garçom que põe limão na minha Coca Cola sem eu pedir. E eu nunca peço!!!!
2) Colocaria o saco plástico na cabeça de toda atendente de tele- marketing que fala no gerúndio: o senhor pode tá esperando? Posso…e você pode tá respirando com esse saco na cabeça,
sua Diaba????!!!!!!!!!
3) Colocaria o saco plástico na cabeça daquelas dondocas que passeiam com seus cachorrinhos e não recolhem o cocô que os tchutchuquinhos fazem na calçada. Nesse caso, eu colocaria o cocô no saquinho, e depois o saquinho na cabeça delas…me larga gente…me larga…eu só quero conversar…eu não tô nervoso!!!! Lar-ga!!!!
4) Colocaria o Saco Plástico na cabeça de qualquer palhaço de circo. Na verdade eu pediria pra alguém colocar, pois morro de medo de palhaço.
5) Colocaria um saco plástico na cabeça de quem põe primeiro café e depois leite no copo. Poxa vida, num sabe que o certo é colocar primeiro leite e depois o café…Tá bom..tá bom..exagerei um pouco…me deixa, vai. Já falei Me-deixa.
Sendo assim, eu também quero escrever o meu.
E lanço aqui uma enquete nacional.
Em quem você colocaria o famoso “Saco Plástico na cabeça”,
se fosse o Capitão Nascimento por um dia?
Tem que escolher no máximo 5 vítimas.
Lá vão as minhas escolhas:
1) Colocaria o saco plástico na cabeça de todo garçom que põe limão na minha Coca Cola sem eu pedir. E eu nunca peço!!!!
2) Colocaria o saco plástico na cabeça de toda atendente de tele- marketing que fala no gerúndio: o senhor pode tá esperando? Posso…e você pode tá respirando com esse saco na cabeça,
sua Diaba????!!!!!!!!!
3) Colocaria o saco plástico na cabeça daquelas dondocas que passeiam com seus cachorrinhos e não recolhem o cocô que os tchutchuquinhos fazem na calçada. Nesse caso, eu colocaria o cocô no saquinho, e depois o saquinho na cabeça delas…me larga gente…me larga…eu só quero conversar…eu não tô nervoso!!!! Lar-ga!!!!
4) Colocaria o Saco Plástico na cabeça de qualquer palhaço de circo. Na verdade eu pediria pra alguém colocar, pois morro de medo de palhaço.
5) Colocaria um saco plástico na cabeça de quem põe primeiro café e depois leite no copo. Poxa vida, num sabe que o certo é colocar primeiro leite e depois o café…Tá bom..tá bom..exagerei um pouco…me deixa, vai. Já falei Me-deixa.
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